Conheça os 8 termos financeiros mais importantes 

Independente do seu ramo de atuação, conhecer os termos financeiros é algo fundamental para a boa gestão do seu negócio. Sendo assim, aproveitamos esse ponto de curiosidade comum entre os nossos leitores para elaborar este post especial sobre o tema.

A nossa tarefa aqui é apresentar as principais expressões da linguagem contábil, descrevendo esses conceitos e demonstrando suas importâncias no cotidiano do seu negócio. Continue a leitura!

Os principais termos financeiros para o cotidiano da sua empresa

Da forma como percebemos, todo segmento profissional conta com seu próprio patoá, um dialeto exclusivo a determinado grupo ou especialidade — é assim no meio jurídico, médico, administrativo e contábil. Por isso, elaboramos este glossário com os termos mais comuns na gestão financeira de uma empresa.

1. Contas a receber

Apesar de soar intuitiva, a metodologia de contas a receber é bem mais ampla do que se possa imaginar. Na contabilidade, esse é um processo de gestão que se encarrega de acompanhar, estimar e organizar os recebimentos de uma empresa em um determinado intervalo de tempo, seja ao observar o mês corrente ou os vários à frente — neste caso, em uma projeção mais longa e detalhada.

Mas isso não é tudo, pois além de organizar o que há de se receber, esse setor também fica responsável pela confirmação e cobrança dos recebimentos, com a emissão de boletos, relatórios e processos de conciliação bancária, importando em tempo real a compensação dessas entradas na conta bancária da empresa.

2. Ativos

Basicamente, a declaração de ativos é uma forma de sinalizar determinado bem, valor, crédito ou afins que seja de propriedade da empresa e que contribua com o fluxo de caixa da organização. Nesse sentido, um ativo pode ser tanto físico como imaterial, tal como um veículo ou uma aplicação financeira, por exemplo.

Digamos que, hipoteticamente, você seja proprietário de uma empresa de TI, que conta com uma pequena frota para o deslocamento dos seus funcionários. Neste exemplo específico, os veículos são ativos, pois contribuem, mesmo que indiretamente, no desempenho financeiro da sua atividade.

Ou ainda, digamos que você tenha um escritório de advocacia ou um consultório médico. Para ambos os exemplos, imagine que o seu CNPJ seja proprietário da sala comercial na qual exerce sua atividade. Novamente, o mesmo acontece, com a declaração do imóvel como um ativo constituinte da empresa.

3. Balanço patrimonial

Também conhecido como balanço contábil, esse recurso nada mais é do que um relatório elaborado pelo seu time de contabilidade. Em essência, um balanço é composto por todas as movimentações financeiras da empresa dentro de um período de análise.

Ou seja, o balanço pode examinar intervalos específicos para fornecer informações estratégicas para a gestão — como é o caso na elaboração de balanços trimestrais, semestrais e anuais. Para ser preenchido com bom nível de detalhes e fidelidade, o balanço examina e atualiza toda variação patrimonial da empresa, apontando a aquisição de novos ativos, passivos e afins.

4. Contabilidade de regime de caixa

Já aqui, temos uma metodologia contábil muito importante para os tempos atuais, em que existe uma série de meios e métodos de pagamento. Em essência, o regime de caixa é uma modalidade de controle que só contabiliza as entradas e saídas (receitas e gastos) quando elas são efetivadas no caixa, acessando a conta ou saindo dela.

Por exemplo, retornemos à hipótese do consultório médico. Trabalhando com o regime de caixa, o seu consultório só contabiliza o recebimento por uma consulta ao momento em que este pagamento cair na conta, e não no ato da prestação do serviço.

5. Patrimônio líquido

Já aqui, temos um conceito amplamente utilizado dentro do balanço patrimonial, sendo uma métrica importante para a análise da participação societária entre os membros de uma empresa. Basicamente, o patrimônio líquido serve para indicar o valor contábil de uma empresa.

Para isso, o cálculo do PL considera os montantes do capital social, fluxo de caixa, lucros acumulados, reservas de capital e por aí adiante — ou seja, a totalidade do capital da sua empresa. Por exemplo, voltemos ao cenário do consultório. Declarados nele, você tem a sala comercial, os computadores, celulares e aparatos médicos, todos registrados como ativos, totalizando o valor de R$450 mil.

Em contrapartida, você também declara R$50 mil na seção de passivos, referentes às obrigações para com um fornecedor de próteses. Considerando apenas essas duas variáveis, para a agilidade do exemplo, o patrimônio líquido do seu consultório seria de R$400 mil.

6. Ano fiscal

Nada mais, nada menos do que o período de 12 meses de exercício fiscal da sua empresa. O objetivo do ano fiscal é delimitar, de maneira clara, o período de atividade empresarial, estimulando sua análise, estudo e desenvolvimento.

Para tanto, é comum que as equipes de contabilidade fragmentem o ano fiscal em quatro trimestres, elaborando balanços específicos para cada um desses intervalos. Assim, é mais fácil de monitorar o desempenho da empresa, acompanhando seus resultados a cada novo balanço.

7. Livro Razão

Este é outro recurso da contabilidade que se foca no detalhismo. O principal objetivo do Livro Razão é aprimorar a escrituração contábil, com todos os dados e movimentações registradas no Livro Diário. Feito isso, esses registros são segmentados de maneira individual. Assim, o acompanhamento se torna mais intuitivo, facilitando a aferição dos resultados, por meio de um histórico mais detalhado, transparente e organizado.

8. Compliance fiscal

Por último e não menos importante, a boa e velha compliance fiscal. Já aqui, não falamos necessariamente de uma metodologia, mas sim de uma obrigação a toda empresa que busca sua regularidade operacional.

A compliance fiscal nada mais é do que a obediência às boas normas da contabilidade, buscando se manter sempre alinhado com as exigências tributárias, em um estado de conformidade — ou seja, com tudo em dia, sem nenhuma contestação ou negligência que ponha a sua atividade em risco.

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