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Trabalhista

O intervalo para o café é obrigatório?

  • agosto 17, 2023
  • Sem Comentários

No âmbito das atividades laborais cotidianas, muitas empresas optam por oferecer aos seus colaboradores os chamados “intervalos para o café”. Além do já estipulado intervalo de uma hora destinado à refeição e ao descanso em jornadas que excedem seis horas diárias, essas empresas também concedem dois intervalos adicionais, de 10 a 15 minutos cada, para pausas matinais e vespertinas.

Entretanto, é importante destacar que essa prática não encontra respaldo na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O artigo 71 da CLT estipula que cabe ao empregador a responsabilidade de conceder, em qualquer atividade contínua com jornada superior a seis horas diárias, apenas um intervalo para refeição e descanso, com duração mínima de uma hora. É válido ressaltar que o parágrafo 2º desse mesmo artigo estabelece que esse intervalo não deve ser computado na contagem da jornada de trabalho.

No entanto, quando um empregador, por mera liberalidade, opta por conceder um intervalo para café, esse período deve ser considerado como tempo à disposição do empregador, como estipulado no artigo 4º da CLT. Uma vez que essa pausa não é prevista por lei, ela se enquadra nessa categoria. Portanto, tal intervalo deve ser contabilizado como parte da jornada de trabalho, como reforçado pela Súmula nº 118 do Tribunal Superior do Trabalho, que estabelece: “Os intervalos concedidos pelo empregador na jornada de trabalho, não previstos em lei, representam tempo à disposição da empresa, remunerados como serviço extraordinário, se acrescidos ao final da jornada”.

É essencial sublinhar a relevância de os empregadores estarem cientes das disposições das Convenções Coletivas de Trabalho das respectivas categorias profissionais, especialmente em relação aos intervalos não previstos em lei e sua remuneração.

Dessa maneira, ao estabelecer a jornada de trabalho para seus colaboradores, no tocante aos intervalos não regulamentados por lei, os empregadores devem proceder com cautela, deduzindo somente os intervalos legalmente estipulados, a fim de prevenir potenciais passivos trabalhistas.

Em busca de orientações sobre os intervalos extralegais? Conte com os serviços especializados da ZIP Contabilidade para garantir a gestão eficiente e em conformidade da sua rotina trabalhista.

E aí, vamos começar?

Se precisar de mais informações ou tiver dúvidas específicas, nossa equipe de especialistas está à disposição para te auxiliar. Aproveite esta oportunidade para conhecer nossos planos. 

Simples Nacional 2026: o que muda e prazos de adesão

Simples Nacional 2026: o que muda e prazos de adesão

O Simples Nacional 2026 será decisivo para micro e pequenas empresas que desejam manter uma tributação simplificada e previsível. Por isso, entender as regras, os prazos e as possíveis mudanças é essencial para evitar problemas fiscais.
Além disso, quem se organiza com antecedência consegue reduzir riscos e tomar decisões mais estratégicas ao longo do ano.

Neste artigo, você vai entender o que muda no Simples Nacional em 2026, quais são os prazos de adesão e, principalmente, como preparar sua empresa com apoio contábil especializado.

O que é o Simples Nacional e por que ele continua relevante

O Simples Nacional é um regime tributário que unifica diversos impostos em uma única guia. Dessa forma, ele reduz a burocracia e facilita a gestão fiscal das empresas.
No entanto, mesmo sendo simplificado, o regime exige atenção constante às regras e limites de faturamento.

Em 2026, essa atenção será ainda mais necessária, pois ajustes na legislação e nos prazos podem impactar diretamente a permanência das empresas no regime.

Prazos para optar pelo Simples Nacional em 2026

O principal prazo para o Simples Nacional 2026 é 30 de janeiro. Até essa data, empresas que desejam ingressar no regime devem formalizar a opção no Portal do Simples Nacional.

Caso a solicitação seja aprovada, a adesão terá efeito retroativo a 1º de janeiro de 2026.
Por outro lado, se houver pendências fiscais ou cadastrais, o pedido poderá ser indeferido.

Portanto, é fundamental verificar a situação da empresa com antecedência e regularizar possíveis inconsistências.

Como funciona a adesão

  • Empresas já constituídas podem solicitar a opção até 30/01/2026, e se deferida, a opção retroagirá para 1º de janeiro de 2026.

  • A empresa não pode ter pendências fiscais ou cadastrais que impeçam a adesão.

  • Caso haja irregularidades, é possível regularizá-las até o prazo de 30 de janeiro de 2026 para garantir o enquadramento.

Importante: a opção pelo Simples Nacional é irretratável durante o ano-calendário, ou seja, uma vez deferida, a mudança valerá para todo o ano de 2026.

Como escolher o regime tributário ideal para sua empresa

Pendências fiscais: um ponto de atenção

Muitas empresas deixam de ingressar ou permanecem fora do Simples Nacional por pendências evitáveis. Entre as mais comuns, estão débitos em aberto e obrigações acessórias não entregues.

Consequentemente, a empresa perde o direito ao regime naquele ano-calendário.
Por isso, contar com uma contabilidade ativa e preventiva faz toda a diferença.

Possíveis mudanças no Simples Nacional em 2026

Embora o regime continue existindo, algumas mudanças estão em discussão ou em fase de adequação.

Revisão de faixas de faturamento

Existe a expectativa de ajustes nas faixas de faturamento. Assim, empresas próximas ao limite devem redobrar a atenção para não ultrapassá-lo.

Alíquotas e forma de cálculo

Além disso, o cálculo dos tributos pode sofrer ajustes técnicos. Dessa maneira, o impacto no caixa da empresa precisa ser analisado com cuidado.

Obrigações acessórias

Ao mesmo tempo, algumas declarações podem passar por alterações ou maior rigor na fiscalização. Portanto, organização e controle fiscal serão indispensáveis.


Quem pode optar pelo Simples Nacional em 2026

Podem optar pelo Simples Nacional:

  • Microempreendedores Individuais (MEI)

  • Microempresas (ME)

  • Empresas de Pequeno Porte (EPP)

Desde que, respeitem os limites de faturamento e estejam em situação fiscal regular.
Ainda assim, nem sempre o Simples é a melhor escolha, o que reforça a importância de uma análise contábil personalizada.


A importância do planejamento tributário

Muitos empresários acreditam que o Simples Nacional é sempre a melhor opção. Entretanto, isso nem sempre é verdade.
Por isso, o planejamento tributário permite comparar cenários e escolher o regime mais vantajoso.

Com apoio da ZIP Contabilidade, sua empresa consegue:

  • Avaliar riscos

  • Reduzir carga tributária legalmente

  • Evitar exclusões do Simples

  • Manter conformidade fiscal contínua

Planejamento tributário para pequenas empresas

Em resumo, o Simples Nacional 2026 exige atenção redobrada aos prazos, às regras e à situação fiscal da empresa.
Portanto, se antecipar é a melhor estratégia para evitar surpresas e prejuízos.

Com acompanhamento contábil especializado, sua empresa ganha segurança, clareza e condições reais de crescer de forma sustentável. A ZIP Contabilidade está preparada para orientar você em cada etapa desse processo.

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Imposto de Renda 2026: Isenção Até R$ 5.000 e Redução do IR

Imposto de Renda 2026: Isenção Até R$ 5.000 e Redução do IR

A isenção IR 2026 trouxe mudanças importantes para milhões de brasileiros. Quem recebe até R$ 5.000 por mês passa a ficar totalmente isento do Imposto de Renda, enquanto rendas de até R$ 7.350 contam com redução gradual do imposto, impactando diretamente o salário líquido e a declaração anual.

Isso muda quanto cai no seu contracheque e como você declara no ano-base 2026. Acompanhe para saber como calcular a nova retenção, o que muda na declaração anual e quais ações simples podem aumentar seu ganho líquido.

Principais conclusões

  • A faixa até R$ 5.000 mensais passa a não ter desconto de IR na fonte.
  • Rendimentos entre R$ 5.001 e R$ 7.350 terão redução progressiva do imposto.
  • Ajustes na declaração e verificação do contracheque são essenciais para aproveitar a mudança.

O que mudou no Imposto de Renda 2026

A isenção passou a abranger quem recebe até R$ 5.000 por mês. Rendimentos entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 têm redução gradual do imposto, e houve ajustes no cálculo mensal aplicado pela fonte pagadora.

Principais alterações na legislação

A Lei 15.270/2025 elevou a faixa de isenção para R$ 5.000 mensais. Isso significa que salários até esse valor ficam totalmente fora do desconto do imposto na fonte.
Para rendas acima de R$ 5.000 há uma tabela com alíquotas menores e descontos progressivos até R$ 7.350, quando a redução deixa de valer.

A Receita Federal também atualizou regras de compensação de dependentes e deduções padrão. Isso altera o cálculo mensal retido na folha e os lançamentos na declaração anual.
Além disso, houve mudanças em prazos de entrega e em obrigações acessórias para contribuintes com rendimentos elevados.

Impacto da redução e isenção até 5 mil

Se você recebe até R$ 5.000, o desconto na folha é eliminado, o que aumenta seu salário líquido imediatamente.
Se sua renda está entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, você verá um desconto menor conforme a faixa; o alívio é gradual, não total.

Empregadores e pagadores devem aplicar a nova tabela já no cálculo mensal. Isso reduz a retenção na fonte e pode alterar o valor a restituir ou pagar na declaração anual.
Pensionistas e aposentados enquadrados nas faixas também ganham o benefício, dependendo do tipo de rendimento e das deduções aplicáveis.

Comparação com anos anteriores

Antes de 2026, a faixa de isenção era significativamente menor, o que fazia mais salários sofrerem desconto na fonte.
A nova regra desloca contribuintes para fora do pagamento mensal do IR ou para faixas com alíquotas menores.

Na prática, dezenas de milhões de trabalhadores passam a pagar menos ou nada mensalmente.
Os ajustes em deduções e obrigações administrativas também diferem: agora há maior ênfase em simplificação para rendas mais baixas e fiscalização direcionada a rendas altas.

Quem se beneficia da isenção

A isenção alcança trabalhadores assalariados, servidores públicos, aposentados e pensionistas cuja renda mensal tributável seja até R$ 5.000. Se sua remuneração bruta ou líquida, após deduções legais, não ultrapassar esse limite, você não paga IR sobre esses rendimentos.

Também podem se beneficiar contribuintes com renda entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 por meio do redutor gradual, que diminui o imposto à medida que a renda se aproxima de R$ 5.000. Trabalhadores com múltiplas fontes de renda devem somar todos os rendimentos tributáveis para verificar o enquadramento.

Verifique se rendimentos não tributáveis (como algumas indenizações) entram no cálculo. Se você recebe benefícios sociais ou isentos por lei, confirme como cada item entra no cálculo com seu contador.

Critérios de enquadramento

O critério principal é o total de rendimentos tributáveis mensais. Some salários, pró-labore, rendimentos de aluguéis e outras fontes sujeitas ao IR. Se o total for ≤ R$ 5.000, você fica isento.

Considere abatimentos legais: contribuições previdenciárias oficiais e deduções permitidas podem reduzir a base de cálculo. Use a base líquida para comparar com o limite de R$ 5.000.

Se você tem dependentes, pensões alimentícias ou prestações dedutíveis, esses valores influenciam o cálculo anual. Para trabalhadores com carteira, compare remuneração bruta e líquida após os descontos obrigatórios.

Perspectivas futuras para o Imposto de Renda no Brasil

Você deve esperar mais ajustes nas faixas e nas alíquotas nos próximos anos. A mudança para isenção até R$ 5.000 e faixas progressivas até cerca de R$ 7.350 cria espaço político para novas revisões conforme a economia e a arrecadação evoluem.

O governo pode ampliar benefícios para trabalhadores de baixa renda. Isso pode ocorrer por meio de aumentos na faixa de isenção ou de deduções específicas. Essas medidas buscam aumentar consumo e reduzir desigualdade.

Haverá atenção maior à tributação de lucros e dividendos. A retenção na fonte e alíquotas específicas foram propostas para equilibrar receitas. Você verá debates entre governos, empresas e contribuintes sobre os efeitos no investimento.

Você também deve acompanhar a simplificação do sistema tributário. Projetos procuram reduzir burocracia, tornar cálculos mais claros e unificar regras. Isso pode facilitar a vida de quem declara e reduzir custos administrativos.

Impactos regionais e setoriais serão monitorados. Estados e municípios podem adaptar políticas fiscais diante da reforma federal. Seu imposto estadual ou municipal pode sofrer efeitos indiretos conforme mudam repasses e incentivos.

Principais pontos para observar:

  • Ajustes anuais da tabela e da inflação.
  • Mudanças na tributação de rendimentos financeiros.
  • Alterações de regras para deduções e despesas médicas.
  • Debate público sobre equilíbrio entre arrecadação e crescimento econômico.

Fique atento a novas propostas e a alterações no Congresso. Você precisará atualizar seu planejamento financeiro conforme o quadro legal evoluir.

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Reforma Tributária 2026: o que muda e como preparar sua empresa

Reforma Tributária 2026: o que muda e como preparar sua empresa

A Reforma Tributária 2026 representa uma das maiores mudanças no sistema de impostos do Brasil nas últimas décadas. Por isso, empresas de todos os portes precisarão se adaptar rapidamente às novas regras fiscais, contábeis e operacionais.
Além disso, quem se preparar com antecedência terá mais segurança, previsibilidade e vantagem competitiva nos próximos anos.

Neste artigo, você vai entender o que muda com a Reforma Tributária, quais serão os impactos práticos e, principalmente, como preparar sua empresa agora, evitando riscos e prejuízos no futuro.


O que é a Reforma Tributária 2026

A Reforma Tributária 2026 tem como principal objetivo simplificar o sistema de tributos sobre o consumo, tornando-o mais transparente e eficiente.
Para isso, diversos impostos atuais serão substituídos por novos tributos unificados.

Principais mudanças previstas

  • Substituição de tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI

  • Criação do IVA Dual:

    • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – federal

    • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – estados e municípios

  • Novo modelo de crédito tributário mais amplo

  • Tributação no destino, e não mais na origem

Consequentemente, empresas precisarão rever seus processos fiscais, sistemas e planejamento tributário.


Como a Reforma Tributária impacta as empresas

A Reforma Tributária 2026 não afeta apenas o valor dos impostos, mas também a forma como eles são apurados, declarados e pagos.

Impactos diretos

  • Mudanças na emissão de notas fiscais

  • Adequações em sistemas ERP e softwares contábeis

  • Revisão do regime tributário

  • Ajustes nos preços, contratos e margens

  • Novas obrigações acessórias

Além disso, erros de adaptação podem gerar multas, autuações e perda de créditos tributários.


Notas fiscais e sistemas: atenção redobrada

Com a nova estrutura tributária, as notas fiscais eletrônicas passarão por atualizações obrigatórias.
Portanto, empresas precisarão:

  • Atualizar seus sistemas de emissão

  • Revisar cadastros de produtos e serviços

  • Ajustar a parametrização fiscal

  • Integrar corretamente com a contabilidade


Regime tributário: será necessário reavaliar

Embora o Simples Nacional seja mantido, a Reforma Tributária 2026 exigirá uma análise estratégica mais profunda para empresas de todos os regimes.

Por isso, será fundamental:

  • Comparar cenários entre Simples, Lucro Presumido e Lucro Real

  • Avaliar impactos na carga tributária

  • Identificar oportunidades de planejamento fiscal


Contratos, preços e margem de lucro

Outro ponto essencial é a revisão de contratos comerciais.
Isso porque a mudança na forma de tributação pode afetar diretamente:

  • Preços de venda

  • Margem de lucro

  • Negociações com fornecedores e clientes

Portanto, antecipar ajustes evita prejuízos futuros e conflitos contratuais.


Como preparar sua empresa para a Reforma Tributária 2026

A preparação deve começar agora. Quanto antes sua empresa se adaptar, menor será o risco.

Passos essenciais

  1. Revisar o CNAE e tipo de empresa

  2. Avaliar o regime tributário atual

  3. Atualizar sistemas fiscais e contábeis

  4. Treinar equipe administrativa e financeira

  5. Revisar contratos e precificação

  6. Manter acompanhamento contábil especializado

  7. Monitorar atualizações da legislação

  8. Organizar documentos e obrigações fiscais

  9. Planejar financeiramente a transição

  10. Contar com uma contabilidade estratégica


O papel da contabilidade na Reforma Tributária

Nesse cenário, a contabilidade deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica.
Um contador atualizado garante:

  • Conformidade fiscal

  • Redução de riscos

  • Aproveitamento de créditos

  • Melhor planejamento tributário

A Reforma Tributária 2026 vai transformar profundamente a forma como as empresas lidam com impostos no Brasil.
Por isso, se antecipar não é apenas uma vantagem — é uma necessidade.

Empresas que se organizam agora terão mais controle, segurança e competitividade no novo cenário tributário.
Logo, contar com apoio contábil especializado é o caminho mais seguro para atravessar essa transição com tranquilidade.

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10 passos para tirar sua empresa do papel em 2026

10 passos para tirar sua empresa do papel em 2026

Abrir uma empresa continua sendo o sonho de milhões de brasileiros, mas a maior parte desiste antes mesmo de começar. O motivo quase sempre é o mesmo: falta de orientação confiável. Quando o empreendedor tenta fazer tudo sozinho, surgem dúvidas sobre documentação, CNAE, tributação, contratos e permissões. Cada decisão impacta diretamente no futuro do negócio.

Para facilitar esse caminho, reunimos neste guia os 10 passos indispensáveis para tirar sua empresa do papel de forma estratégica, segura e econômica. Todas as orientações foram preparadas com base nas normas vigentes e na experiência da ZIP Contabilidade, que já auxiliou milhares de empreendedores na formalização de seus negócios.

1. Defina o tipo de empresa ideal para o seu modelo de negócio

A primeira decisão importante é escolher o tipo jurídico da empresa. As opções mais comuns são MEI, Empresário Individual, Sociedade Limitada (LTDA) e Sociedade Limitada Unipessoal. Cada formato determina responsabilidades, limites de faturamento, forma de tributação e obrigações mensais.

Escolher o tipo jurídico sem orientação pode causar problemas futuros como pagamento excessivo de impostos, restrições nas atividades e até limitação no aumento do faturamento. Por exemplo, muitos empreendedores optam pelo MEI por ser simples, mas depois descobrem que o CNAE pretendido não é permitido ou que o faturamento estimado ultrapassa o limite legal.

Como a ZIP orienta: analisamos o porte ideal, a projeção de crescimento e os riscos operacionais para indicar o tipo de empresa mais vantajoso.

2. Escolha os CNAEs que representam corretamente suas atividades

O CNAE define exatamente o que a empresa faz e é um dos fatores que mais influenciam os impostos e as permissões de funcionamento. Selecionar um código incorreto pode gerar problemas sérios como impossibilidade de emitir notas fiscais, cobranças indevidas, bloqueio do CNPJ e até multas em fiscalizações.

Muitos empreendedores não sabem que podem ter vários CNAEs diferentes, sendo um principal e outros secundários. Essa estrutura oferece flexibilidade para ampliar serviços sem precisar fazer alterações constantes.

Como a ZIP auxilia: realizamos o estudo do CNAE adequado com base nas atividades atuais e futuras, possibilitando um planejamento tributário mais eficiente desde o início.

3. Determine o regime tributário ideal para pagar menos impostos

Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real são regimes que possuem regras específicas e impactam diretamente no valor final dos tributos. Escolher o regime errado pode comprometer a lucratividade já no primeiro mês de operação.

A decisão exige análise de faturamento, margem de lucro, despesas, folha de pagamento e modelo de operação. Uma simulação comparativa é fundamental para evitar surpresas com impostos inesperados.

Como a ZIP facilita: realizamos projeções e simulações detalhadas que mostram, de forma transparente, qual regime tributário oferece o melhor equilíbrio entre economia e segurança fiscal.

4. Elabore o contrato social ou requerimento de empresário

O contrato social é um documento fundamental. Ele estabelece as regras internas da empresa, define responsabilidades e protege os sócios juridicamente. É muito comum encontrar contratos incompletos, com cláusulas incoerentes ou sem detalhes essenciais como distribuição de lucros, administração e participação societária.

Um contrato mal elaborado pode gerar conflitos entre sócios, custos elevados com retificações e até impedimentos para operações bancárias e licitações.

Como a ZIP apoia: desenvolvemos contratos completos, claros e personalizados de acordo com o modelo de negócio, garantindo segurança jurídica e conformidade com as exigências legais.

5. Realize os registros nos órgãos necessários

Dependendo da atividade, sua empresa precisará ser registrada na Junta Comercial, obter o CNPJ na Receita Federal, realizar inscrição municipal e, em alguns casos, também a inscrição estadual. Cada etapa possui trâmites específicos e prazos que devem ser cumpridos para que o CNPJ entre em operação sem pendências.

Empreendedores que tentam fazer esse processo sozinhos normalmente enfrentam dificuldades com documentação, erros de preenchimento e devoluções que atrasam a abertura.

Como a ZIP conduz: cuidamos de todo o processo de registro de forma integrada, evitando retrabalhos e garantindo maior agilidade.

6. Solicite alvarás e licenças obrigatórias

Algumas atividades exigem autorizações específicas como alvará de funcionamento, vigilância sanitária, autorizações ambientais e certificações do Corpo de Bombeiros. Ignorar essas exigências pode resultar em multas ou no fechamento imediato do estabelecimento.

Mesmo empresas que funcionam em home office, coworking ou exclusivamente online precisam verificar as exigências municipais.

Como a ZIP acompanha: analisamos o enquadramento da atividade e orientamos sobre cada licença necessária para que você opere de forma totalmente regular.

7. Configure a emissão de notas fiscais

Com o CNPJ ativo, você deve habilitar a empresa para emitir notas fiscais. Empresas de serviços emitem NFS-e e empresas que vendem produtos emitem NF-e. Cada município e estado possui plataformas e regras diferentes.

Empreendedores que tentam fazer isso por conta própria frequentemente enfrentam dificuldades técnicas ou atrasos por falta de configuração correta.

Como a ZIP implementa: fazemos a liberação e configuração completa para emissão de notas fiscais, incluindo certificados digitais quando necessário, permitindo que você comece a faturar imediatamente.

8. Estruture a organização financeira desde o início

Uma empresa que não separa finanças pessoais das empresariais cria sérios problemas de gestão. É fundamental abrir conta PJ, organizar entradas e saídas, definir um fluxo de caixa básico e registrar despesas fixas e variáveis.

Um erro comum é iniciar um negócio sem controle financeiro, o que leva à falta de capital para impostos, compromissos e fornecedores.

Como a ZIP orienta: oferecemos suporte financeiro inicial, com boas práticas de organização, modelo de controle e acompanhamento contínuo da saúde fiscal.

9. Implemente rotinas contábeis, fiscais e trabalhistas

Após a abertura, começam as obrigações mensais e anuais como entrega de declarações, cálculo de impostos, emissão de guias, folha de pagamento e cumprimento das exigências do governo.

Quando essas obrigações não são cumpridas corretamente, o empreendedor fica sujeito a multas, bloqueios e problemas fiscais.

Como a ZIP gerencia: asseguramos que todas as obrigações sejam entregues nos prazos, evitando penalidades e mantendo a empresa totalmente regular.

10. Conte com acompanhamento contábil estratégico para crescer com segurança

A contabilidade não é apenas uma obrigação legal. Ela é uma ferramenta de gestão. Com orientação profissional, é possível reduzir impostos, melhorar margens, controlar caixa, organizar crescimento e tomar decisões mais inteligentes.

Empresas que crescem de forma desorganizada acabam enfrentando problemas sérios como endividamento, falta de capital de giro e erros tributários.

Como a ZIP se diferencia: oferecemos acompanhamento completo mês a mês, com consultoria tributária, suporte direto e estratégias que ajudam seu negócio a se desenvolver com mais solidez.

Tirar sua empresa do papel se torna muito mais simples quando você segue um processo estruturado e conta com especialistas que conhecem profundamente as exigências legais e tributárias. Cada passo apresentado neste guia contribui para que seu negócio nasça preparado, seguro e com potencial para crescer com estabilidade.

A ZIP Contabilidade está ao seu lado em todas as etapas, desde a abertura até a gestão contínua do CNPJ. Se você deseja reduzir burocracias, evitar erros e começar certo, estamos prontos para te ajudar.

Quer abrir sua empresa com praticidade e segurança? Fale com a ZIP Contabilidade e iniciamos o processo hoje mesmo.

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Crescimento do Mercado Fitness no Brasil: Oportunidades e Tributação

Crescimento do Mercado Fitness no Brasil: Oportunidades e Tributação

Entenda por que o mercado fitness vive um dos maiores crescimentos da história no Brasil, com dados atualizados de 2025, e como empreendedores do setor podem se estruturar com contabilidade profissional para aproveitar as oportunidades.

Por que o mercado fitness está bombando agora?

Crescimento expressivo no número de academias

Nos últimos 10 anos, o número de academias no Brasil praticamente triplicou. Hoje são cerca de 59.891 estabelecimentos ativos, contra 21.541 registrados em 2014. Esse crescimento mostra que o setor não é mais nicho, virou tendência consolidada.

Aumento da procura por saúde, bem-estar e longevidade

Estatísticas recentes apontam que quase metade da população brasileira já pratica atividade física com regularidade. Isso impulsiona estúdios, academias, nutritionistas, o setor de suplementos e serviços relacionados ao fitness.
Além disso, a pandemia e o novo estilo de vida reforçaram a consciência sobre saúde mental e física, fazendo com que muitas pessoas troquem o “fast-life” por qualidade de vida e bem-estar. 

Setor robusto e com projeção de crescimento até 2030

Segundo projeções de consultorias especializadas, o mercado fitness no Brasil pode crescer em média 9,5% ao ano até 2030. 
Em 2024, o setor já movimentava cerca de R$ 12 bilhões.
Esses números mostram que estamos diante de uma oportunidade real e de longo prazo.

As oportunidades que se abrem para quem empreende no fitness

Diversificação de modelos de negócio

O crescimento não é só para academias tradicionais. Estúdios boutique, pilates, aulas online, personal training, lojas de suplementos, alimentação saudável, wellness e recuperação física estão em alta. Esse cenário permite modelos menores, com menor investimento fixo, e maior flexibilidade.

Alta demanda e faturamento recorrente

Com mais consumidores vendo saúde como prioridade, há grande procura por assinaturas mensais, pacotes e fidelização — o que garante receita previsível. Além disso, a tendência de integrar serviços (ex: treino + nutrição + suplementação) aumenta o ticket médio por cliente.

Espaço para pequenos e médios empreendedores

Apesar de grandes redes crescerem, cerca de 95% das academias e estúdios são micro ou pequenas empresas. Isso significa que empreendedores com estrutura enxuta e bom atendimento podem competir de igual para igual, oferecendo nichos personalizados e serviços diferenciados.

Os desafios para empreender no setor fitness e como evitá-los

Tributação e obrigações fiscais específicas

Negócios de fitness precisam lidar com obrigações como:

  • emissão de notas fiscais para serviços ou venda de produtos;

  • enquadramento correto de CNAE;

  • regimes tributários compatíveis (Simples Nacional, Lucro Presumido, etc.);

  • pagamento de ISS ou ICMS, dependendo da atividade (serviço ou comércio).

Sem uma contabilidade especializada, é fácil cometer erros de enquadramento e sofrer penalidades.

Gestão financeira e fluxo de caixa

A sazonalidade é real: há meses mais fracos, inadimplência, pagamentos parcelados. Se o empreendedor não tiver controle financeiro e reservas, a liquidez some fácil — causando prejuízo ou fechamento.

Burocracia regulatória e regulamentações sanitárias

Dependendo da atividade (suplementos, alimentação saudável, estética, fisioterapia), existem normas sanitárias, alvarás e regulamentações que precisam ser seguidas com rigor. Não basta apenas oferecer o serviço: precisa estar regularizado.


Por que uma contabilidade especializada como a da ZIP faz a diferença

Para quem quer aproveitar o boom do mercado fitness com segurança e crescimento sustentável, contar com uma contabilidade profissional não é luxo — é estratégia.

Planejamento tributário focado no setor

A ZIP ajuda a escolher o regime tributário ideal, cuidar da emissão de notas, atender obrigações fiscais e evitar erros caros.

Organização financeira e BPO financeiro

Com controles de fluxo de caixa, previsão de receitas e despesas e relatórios regulares, você economiza e reduz risco. Assim o negócio escuta menos variações e ganha em previsibilidade.

Suporte para expansão e novos formatos

Quer abrir uma nova unidade ou diversificar serviços? ZIP dá suporte jurídico e contábil, ajudando na estruturação societária, contratos, gestão de riscos e compliance.

Acompanhamento atento às particularidades do fitness

Sabemos que muitos negócios no setor têm venda de produtos + prestação de serviços + modalidades diversas. A ZIP considera todas essas variáveis no planejamento, evitando surpresas no futuro.

O Melhor Momento para Empreender no Fitness é Agora

O mercado fitness é hoje uma das áreas mais promissoras da economia brasileira. Com crescimento real, demanda crescente, diversificação de serviços e consumidores conscientes, o setor oferece oportunidades concretas — para quem sabe aproveitar com estratégia.

Mas o sucesso depende de mais do que empolgação: depende de gestão, organização e contabilidade independente, que entenda os desafios específicos desse mercado.

Se você quer começar, expandir ou profissionalizar seu negócio fitness com segurança, menos impostos e mais lucro, a ZIP Contabilidade está pronta para ajudar.

Próximo passo: Que tal conversar sobre o regime ideal e estrutura fiscal para seu negócio fitness?

Preencha o formulário de contato ou envie uma mensagem para nossa equipe. Vamos analisar seu plano e montar uma estratégia contábil personalizada.

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Calendário tributário 2026: Principais prazos e obrigações fiscais

O calendário tributário é uma ferramenta indispensável para empresas e profissionais que precisam cumprir uma série de obrigações fiscais ao longo do ano. 

Assim, em 2026, manter atenção aos prazos estabelecidos evita multas, juros e problemas com o fisco.

Para ajudar nessa importante tarefa, continue lendo o artigo, que aborda as informações mais relevantes a respeito do tema nos tópicos a seguir. Inclusive, os principais prazos e obrigações que devem ser observadas para garantir a conformidade fiscal.

O que é o calendário tributário e por que ele é essencial?

O calendário tributário é um cronograma oficial que reúne todas as datas importantes para o pagamento dos tributos. Assim como para a entrega das declarações e o cumprimento das obrigações acessórias que o fisco exige.

Desse modo, ele serve para orientar empresas e contribuintes sobre quando devem realizar esses procedimentos, o que facilita a organização financeira e contábil. 

Ter um calendário tributário atualizado, portanto, é essencial para evitar atrasos, que podem gerar multas e complicações legais.

Além disso, permite um planejamento adequado do fluxo de caixa, pois os empresários sabem exatamente quando os compromissos fiscais ocorrerão durante o ano. 

Nesse sentido, o calendário tributário funciona como uma ferramenta de gestão para quem quer manter a situação fiscal regular.

Prazos fixos e recorrentes em 2026 (estimativas confiáveis)

No calendário tributário 2026, alguns prazos são fixos e acontecem todos os meses ou em datas específicas do ano. Então, veja quais são eles:

  • FGTS (dia 7 de cada mês): O pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço deve ocorrer até o dia 7 do mês seguinte ao da competência. Atender esse prazo é necessário para não ter que pagar encargos sobre o valor devido.
  • INSS (dia 20 de cada mês): A contribuição previdenciária patronal e dos empregados precisa ser recolhida até o dia 20 do mês subsequente ao da competência. Isso garante o cumprimento das obrigações previdenciárias.
  • DAS (dia 20 de cada mês): Para micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional, o Documento de Arrecadação do Simples deve ser pago até o dia 20, mensalmente. Ele engloba impostos e contribuições que variam conforme o faturamento.
  • DCTF Mensal: É necessário apresentar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais todos os meses pelas empresas sujeitas, quando se informam os débitos apurados no período.
  • ECD (último dia útil de maio): A Escrituração Contábil Digital reúne os registros contábeis do negócio e precisa ser enviada até o último dia útil do mês de maio.
  • ECF (último dia útil de julho): A Escrituração Contábil Fiscal é entregue até o último dia útil de julho, onde se detalham as informações fiscais sobre lucro e apuração de impostos.
  • DIRF (se mantida, em fevereiro): A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, tradicionalmente, é entregue em fevereiro, caso continue obrigatória. Nela, estão reunidos os dados sobre rendimentos pagos e impostos retidos.

Obrigações mensais por regime tributário

No calendário tributário 2026, necessita-se levar em consideração ainda que cada regime tributário possui obrigações próprias para cumprir mensalmente. Confira quais são elas:

  • Simples Nacional: Empresas desse regime realizam o pagamento mensal do DAS até o dia 20, que inclui impostos unificados. Também precisam entregar declarações específicas, como a DEFIS.
  • Lucro Presumido: Devem recolher o IRPJ e a CSLL trimestralmente, além das contribuições mensais ao INSS e PIS/COFINS, conforme cálculo presumido da base de tributação.
  • Lucro Real: Com obrigações mais complexas, necessitam apresentar a DCTF mensal e trimestral, Escrituração Contábil e Fiscal e pagar impostos baseados no lucro efetivo, com acompanhamento rígido das movimentações financeiras.

Calendário tributário 2026 mês a mês

Agora, veja como fica o calendário tributário para 2026 em cada mês do ano:

  • Janeiro: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Fevereiro: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal, DIRF (se mantida);
  • Março: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Abril: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Maio: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal, entrega da ECD (último dia útil);
  • Junho: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Julho: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal, entrega da ECF (último dia útil);
  • Agosto: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Setembro: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Outubro: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Novembro: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal;
  • Dezembro: FGTS (7), INSS (20), DAS (20), DCTF mensal.

Quais as mudanças previstas na legislação e o que observar?

Em 2026, algumas mudanças importantes podem refletir no calendário tributário. A reforma tributária em discussão indica possibilidade de alteração nos prazos e obrigações, como o fim da DIRF, que está sendo estudado para simplificação do sistema tributário.

Além disso, há expectativas de alterações no regime do Simples Nacional para tornar o cálculo e os limites mais flexíveis. Assim como mudanças na Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf), que deverá se ajustar para contemplar novas regras.

Por isso, recomenda-se acompanhar as publicações oficiais e atualizações para evitar surpresas e garantir que as obrigações sejam cumpridas com segurança.

Prazos ainda não divulgados oficialmente

Alguns prazos ainda dependem de divulgação oficial pela Receita Federal, como o calendário do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026.

Historicamente, a declaração começa a ser recebida a partir de março, com prazo até o final de abril ou início de maio. De todo o modo, é adequado aguardar a confirmação para fazer o planejamento fiscal.

Como a ZIP Contabilidade ajuda a não perder nenhum prazo?

Contar com um serviço especializado como o da Zip Contabilidade é fundamental para evitar a perda de prazos tributários. 

Afinal, a sua equipe monitora constantemente o calendário tributário e as mudanças na legislação para orientar precocemente os clientes.

Além disso, oferece acompanhamento personalizado e suporte completo para o cumprimento das obrigações fiscais. Isso dá para as empresas a certeza que estão em dia e, assim, podem focar em crescer sem preocupação com pendências fiscais.

Se manter organizado e informado sobre o calendário tributário 2026 é o caminho para evitar complicações fiscais e assegurar a saúde financeira do seu negócio durante todo o ano. Então, entre em contato com a gente para saber mais!



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